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Dobradinha em Ímola garante o primeiro heptacampeonato de Construtores seguido da F1

Publicado por: PETRONAS 04 de Novembro de 2020
Dobradinha em Ímola garante o primeiro heptacampeonato de Construtores seguido da F1

A história está oficialmente reescrita: o automobilismo nunca viu uma hegemonia tão absoluta quanto a protagonizada pela equipe Mercedes-AMG PETRONAS. Com mais uma dobradinha, o primeiro heptacampeonato consecutivo do Mundial de Construtores foi confirmado. Um feito impressionante na temporada de aniversário de 70 anos da F1.

O circuito em Ímola retornou ao calendário após 14 anos. Em outras palavras, foi a primeira corrida da equipe Mercedes-AMG PETRONAS nesse circuito, e já estreou fazendo história. O GP marcou um teste na categoria: um “fim de semana de dois dias”, em vez dos tradicionais três dias. Os pilotos fizeram apenas um treino livre na manhã do sábado, seguido pelo treino classificatório. Mais uma vez, as novidades pararam por aí e a dupla Bottas-Hamilton largou na primeira fila.

A possibilidade de título que já era altíssima ficou ainda mais provável para a corrida no domingo. Para não depender de nenhum resultado, bastavam 12 pontos. Ou seja: que Lewis ou Valtteri chegasse em quarto lugar, ou que ambos chegassem em 7º e 8º.

No domingo, a largada reservou um momento pouco comum: uma largada não tão boa de Lewis Hamilton, que perdeu a segunda colocação e precisou fazer uma manobra de qualidade para conseguir segurar o terceiro posto. Bottas, por outro lado, começou muito bem e manteve a liderança.

Essa configuração se manteve de maneira emocionante por aproximadamente 10 voltas: a diferença entre Bottas, em primeiro, e Hamilton, terceiro, era de menos de 2s. A partir da 12ª volta, os pneus começaram a mostrar sinais de desgaste e a diferença para o segundo colocado aumentou para 1,5s.

Mas aí surgiu a experiência (e a sorte) do hexacampeão mundial. Na volta 19, o primeiro a parar foi Verstappen, segundo colocado, para trocar os pneus. Bottas fez seu pit-stop na volta seguinte. Lewis pediu para ficar na pista e aproveitar a dianteira sem carros para tentar melhorar seu tempo. Deu certo: o britânico conseguiu a volta mais rápida.

Pouco depois, um problema no carro de Esteban Ocon forçou o abandono do francês e o safety-car virtual foi acionado, impedindo ultrapassagens. Hamilton conseguiu fazer o seu pit-stop sem perder muito tempo e retornou na liderança. Estratégia e sorte de campeão.

Seu companheiro, Valtteri, não teve a mesma sorte: um problema no assoalho fez o piloto perder muita velocidade e esquentou a briga pelo segundo lugar, enquanto Lewis abria vantagem e apenas administrava. O finlandês chegou a cair para terceiro, mas conseguiu garantir a dobradinha da equipe com o furo no pneu de Max Verstappen. O hepta estava garantindo em grande estilo!

O sétimo título consecutivo escancara um domínio inédito em uma categoria historicamente equilibrada, que em apenas quatro oportunidades viu uma equipe enfileirar mais de três títulos seguidos – e foram quatro equipes diferentes!

Uma hegemonia por sete anos é extremamente improvável e muito complicada. Ano a ano, os carros mudam para se atualizar e evoluir. Em sete anos, muita coisa mudou e os tempos médios de cada pista evidenciam que os limites estão sempre sendo quebrados, com melhoria de carros e

motores. Esses avanços no motor precisam estar acompanhados de uma evolução também na tecnologia do lubrificante, para que se mantenha a máxima eficiência e proteção, e permita que o carro esteja preparado para atingir e manter todo o seu potencial. E é isso que PETRONAS Syntium ofereceu às máquinas heptacampeãs.

O chefe da equipe, Toto Wolff, destacou esse papel e o esforço de toda a equipe, inclusive aqueles membros que poucos aparecem para o grande público. “Essa tarde é o topo de tudo. Muito sangue, suor e lágrimas atrás de portas fechadas, muito sacrifício que está sempre pouco visível, mas o que se destaca é a camaradagem que temos na equipe ao longo de todos esses anos”, afirmou.

Lewis Hamilton, que ficou a um passo de garantir o seu heptacampeonato mundial, seguiu a linha do chefe e falou sobre os “heróis silenciosos” de seu time: “Vejo minha equipe aqui, todos os homens e mulheres na fábrica de Brixworth, são heróis silenciosos. Foram eles que montaram tudo isso e nunca desistiram. Continuaram se esforçando, elevando e inovando.”

O piloto ainda garantiu que não se acostuma com as vitórias e exaltou o ineditismo da conquista. “As pessoas que estão assistindo talvez achem que estamos acostumados a isso, mas sempre sentimos como se fosse a primeira vez, e é por causa desse espírito. Sou grato para sempre por ter feito parte disso e quebrado um recorde como esse. Ninguém fez isso antes”, finalizou.

O inédito heptacampeonato foi conquistado com quatro corridas de antecedência, empatando com os feitos de 2015, 2016 e 2019. A equipe já possuía o recorde de conquistar por seis vezes seguidas a “dobradinha” dos Mundiais de Pilotos e Construtores. Essa marca foi ampliada ontem: agora, apenas Hamilton e Bottas possuem a chance de garantir o título em 2020. O #44 será campeão já na próxima corrida se o seu companheiro não fizer mais que sete pontos em relação ao britânico no GP da Turquia.

A equipe Mercedes-AMG PETRONAS terá um tempo para descansar e comemorar essa nova escrita da F1. O GP turco só acontece em duas semanas, no dia 15, às 8h10 (horário de Brasília). Até lá, é hora de curtir mais um recorde dessa parceria campeã.

 

* Sujeito a confirmação oficial pela FIA dos resultados do Campeonato Mundial de Fórmula Um® 2020 FIA

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